A cópia restaurada em 4K de ‘São Paulo Sociedade Anônima’, clássico de Luiz Sergio Person, chega aos cinemas em 28 cidades brasileiras pela Sessão Vitrine Petrobas. O filme, lançado originalmente em 1965 e reconhecido como um dos marcos do cinema brasileiro, volta às telas para celebrar 60 anos em exibições especiais em 32 cinemas. Confira a lista completa abaixo.
O filme estará em cartaz em Aracaju, Areal, Belém, Belo Horizonte, Camboriú, Campinas, Casimiro de Abreu, Caxias do Sul, Cuiabá, Guapimirim, Guaxupé, Itaocara, Itapipoca, João Pessoa, Leme, Londrina, Manaus, Natal, Paraty, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina, Triunfo e Vitória.
Protagonizado por Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória, Otelo Zeloni e Ana Esmeralda, o longa retrata a metrópole paulistana em plena industrialização, abordando as transformações econômicas e existenciais de uma geração.
A restauração do filme foi realizada pela Lauper Films em parceria com a Cinemateca Brasileira e a Cineteca di Bologna, com apoio da The Film Foundation e da Hobson Lucas Family Foundation.
Com este relançamento, a Sessão Vitrine Petrobras reafirma seu compromisso com a difusão do cinema brasileiro e a valorização do nosso patrimônio audiovisual, levando aos públicos de todas as regiões um dos retratos mais emblemáticos da São Paulo dos anos 1960, que permanece contemporâneo e atemporal.
São Paulo Sociedade Anônima (1965)
Ficha Técnica
Direção: Luiz Sergio Person
Roteiro: Luiz Sergio Person
Elenco: Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória, Otelo Zeloni, Ana Esmeralda.
Produção: Renato Magalhães Gouveia
Fotografia: Ricardo Aronovich
Montagem: Glauco Mirko Laurelli
Música: Cláudio Petraglia, Francisco Alves e David Nasser
Duração: 107 min
País: Brasil
Sinopse
Lançado em 1965, ‘São Paulo Sociedade Anônima’, de Luiz Sergio Person, é um marco do cinema brasileiro e um retrato intenso da metrópole em plena industrialização. A história acompanha Carlos, um jovem de classe média que, ao trabalhar na indústria automobilística, tenta dar sentido à própria vida em meio à engrenagem impessoal do progresso. Narrado em primeira pessoa e estruturado em fragmentos de memória, o filme expõe o desencanto de uma geração que vê o crescimento econômico caminhar junto da alienação e do vazio existencial. Nele, São Paulo surge como personagem viva, moderna, caótica e desumanizadora, espelho de um país em transição. Com linguagem inovadora e crítica social aguda, a obra de Person permanece atual ao revelar o custo humano após um surto industrial capitalista.





